
Dívida com Fisco não desaparece pelo silêncio. Mas pode ser organizada, analisada e enfrentada com análise técnico, parcelamento ou defesa.
A maioria dos passivos fiscais não nasce de má-fé. Nasce de desorganização: notas no regime errado, retenções não recolhidas, parcelamentos atrasados, exclusões do Simples sem aviso, regimes mal escolhidos.
Quando o problema aparece, ele já cresceu. E o medo paralisa decisões importantes: contratar funcionário, abrir filial, captar crédito, vender a empresa, sair do CNPJ.
A boa notícia: muito do que parece insolúvel tem caminho. Parcelamento, transação tributária, defesa administrativa, exclusão de débitos prescritos quando aplicável, recuperação de créditos quando cabível.
Levantamento de todos os débitos federais, estaduais e municipais, situação do CNPJ, exigibilidade e prescrição.
Análise de qual programa cabe (PERSE, transação individual, parcelamento ordinário) e simulação técnica.
Impugnações, recursos, embargos à execução fiscal, ação anulatória de débito.
Verificação de prazo, fundamento, base de cálculo e estratégia de resposta adequada.
Verificação de pagamentos a maior, restituições devidas, créditos de PIS/COFINS aplicáveis.
Em conjunto com sua contabilidade, estruturação para evitar passivos futuros.
Prometo mapear seu passivo fiscal real, identificar caminhos legais de regularização ou defesa, e construir um plano que devolva previsibilidade ao seu negócio ou à sua vida pessoal.
Em alguns casos, a estratégia será parcelar e seguir adiante. Em outros, contestar. Em outros, transacionar com desconto previsto em lei. Em todos, você sai do escuro.
Com débitos do Simples ou IRPF que precisam regularização técnica.
Com passivo fiscal acumulado, riscos de bloqueio judicial ou exclusão de regime tributário.
Comprando ou vendendo empresa, precisam due diligence tributária para evitar herdar passivos.
Com débitos de IR, ITR, ITCMD ou notificações fiscais relevantes.
Sim, se a estratégia for inadequada ou o caso já estiver em fase irreversível. Por isso a análise inicial é honesta: se não há defesa viável, eu digo. E construímos plano de pagamento estratégico.
Depende. Algumas dívidas têm fundamento sólido — nesses casos, o melhor é parcelar ou transacionar. Outras têm vícios formais, prescrição ou base de cálculo questionável — defesa é o caminho. O análise esclarece em qual situação você está.
Em muitos casos, há tempo de evitar — mediante regularização, parcelamento ou defesa. O risco varia por regime, por tipo de débito e por estágio do processo administrativo.
Enviar caso tributário para análise em até 24h úteis.